Pedro Paulo Pereira Pinto

17 janeiro 2010

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém,

pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras

para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para

Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, pois

Padre Pafúncio pediu para pintar panelas, porém, posteriormente pintou pratos para poder

pagar promessa. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir

permissão para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para

Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso,

percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras

pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas picadas para

pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo

percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para

pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois para pintar pobreza, precisaria

percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se.

Profundas privações passou Pedro Pauto. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas

previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por

pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo . . .

Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos

portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para

pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres,

pedintes. Paris! Paris! – proferiu Pedro Paulo – parto, porém penso pintá-la

permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Pauto procurou pelos

pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente,

pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticado pinturas.

Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo

portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão

para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente

prima Petúnia. Porque pintas porcarias? – Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque

permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar

perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso,

penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr

Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro. Passando pela ponte precisaram pescar

para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixees pequenos, porém,

passando pouco prazo, pegaram pacus, piabas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois

pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras

pontudas, Papei Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles

profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles

pedia-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro

Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois preciptou-se pelas

paredes pintadas. “Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando!” Permitam-me, pois, pedir perdão

pela paciência, pois pretendo parar para pensar . .

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Um comentário:

Anônimo disse...

Sou + essa!!

Pesquisa publicada prova
Preferencialmente preto
Pobre prostituta pra polícia prender
Pare pense por quê?
Prossigo
Pelas periferias praticam perversidades
Pm's
Pelos palanques políticos prometem prometem
Pura palhaçada
Proveito próprio
Praias programas piscinas palmas
Pra periferia
Pânico pólvora pa pa pa
Primeira página
Preço pago
Pescoço peitos pulmões perfurados
Parece pouco
Pedro Paulo
Profissão pedreiro
Passatempo predileto
Pandeiro
Preso portando pó passou pelos piores pesadelos
Presídio porões problemas pessoais
Psicológicos perdeu parceiros passado presente
Pais parentes principais pertences
Pc
Político privilegiado preso parecia piada
Pagou propina pro plantão policial
Passou pelo porta principal
Posso parecer psicopata
Pivô pra perseguição
Prevejo populares portando pistolas
Pronunciando palavrões
Promotores públicos pedindo prisões
Pecado pena prisão perpétua
Palavras pronunciadas
Pelo poeta irmão..

Brasil com P
GOG

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